A ocorrência policial que aconteceu em Paraisópolis, zona sul da capital paulista, que deixou nove mortos em baile funk continua tendo repercussão nacional.
Ao menos 20 dos 31 policiais militares envolvidos no caso, desde o início dos procedimentos de averiguação, são assistidos pelo Dpto Jurídico da APMDFESP. Como Associados, eles contam com esse apoio. A assistência jurídica é custeada pela entidade, não gerando nenhum custo adicional para os policiais. Fernando Capano, um dos profissionais responsáveis pela defesa, desde o início mantém posição afirmando que os agentes são inocentes e tem expectativa que as investigações apurem os verdadeiros culpados pela tragédia.
“Estou plenamente convencido que não há nexo de causalidade entre a conduta dos policiais e as lamentáveis mortes ocorridas em Paraisópolis”, afirma Capano.
Recentemente, ao ser entrevistado pelos principais órgãos de imprensa, disse que “a defesa de parte dos Policiais envolvidos na ocorrência de Paraisópolis acredita ser tecnicamente incorreta a denúncia do MP que defende a prática de dolo eventual por policiais envolvidos na ocorrência em questão. Fartas são as provas obtidas nos inquéritos que nos conduzem para conclusões muito distintas e que, segundo pensamos, forçar uma ‘narrativa’ no sentido da prática do homicídio, é prestar um desserviço para a apuração dos verdadeiros responsáveis pela tragédia ocorrida naquela oportunidade. Deste modo, a defesa trabalhará pela absolvição completa dos policiais, pois tem certeza da ausência de nexo de causalidade entre a condutados policiais e as mortes ocorridas em Paraisópolis”.
A Diretoria da APDMFESP permanecerá ao lado dos Associados durante todo o processo, trabalhando firmemente para provar a inocência de cada um deles, buscando mostrar às Autoridades quem realmente tem culpabilidade naquela lamentável tragédia.
Abaixo link com a entrevista: