Projeto proporciona inclusão através do esporte

Aline Pinho

A Associação dos Policiais Militares Portadores de Deficiência do Estado de São Paulo (APMDFESP), por meio do secretário geral Renato Saletti e membros da entidade, participou nesta quarta-feira (18) de cerimônia em que houve assinatura de termo de compromisso entre a Caixa Econômica Federal e o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), para a inclusão social de pessoas com deficiência por meio de atividades esportivas, culturais e educativas.

O acordo prevê que o Centro Paralímpico, que passará a ser chamado “Centro Paralímpico CAIXA, atenda 550 alunos PcD da rede pública de ensino, de 10 a 17 anos. O investimento, também voltado para adultos e idosos com deficiência, será de R$ 10 milhões, em um prazo de quatro anos.

Renato ressalta a importância de viabilizar a prática esportiva para pessoas com deficiência. “Sem dúvida, esse investimento mostra que o esporte paraolímpico tem se consolidado e é uma forma de incentivar novos esportistas”, afirma.

A solenidade contou com a presença do presidente da República, Jair Bolsonaro, do governador de São Paulo, João Doria, do presidente da Caixa, Pedro Guimarães, do presidente do CPB, Mizael Conrado e da Secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Célia Leão. Também compareceram ao evento outras autoridades, como Michelle Bolsonaro e Bia Doria.

O presidente da Associação dos Policiais Militares Portadores de Deficiência do Estado de São Paulo (APMDFESP), Antonio Figueiredo, participou, na manhã desta quinta-feira (13), do I Ciclo de Palestras voltado para discutir causas em prol das pessoas com deficiência. O encontro, realizado no Auditório Paulo Kobayashi da Assembleia Legislativa, foi promovido pela deputada Adriana Borgo e reuniu representantes de outras entidades.

Em sua apresentação, Figueiredo destacou o trabalho desenvolvido pela APMDFESP e as conquistas diárias. “Nossos associados e dependentes contam com muitos benefícios, como atendimento psicológico, fonoaudiologia, apoio jurídico e materiais para recuperação de saúde. Nosso trabalho é desafiador e, se persistirmos, teremos melhorias”, afirmou.

A deputada também reconhece a importância da associação. “A APMDFESP faz o papel do Estado. O que eles abandonam, a entidade acolhe. Incentivo que sejam associados, pois nunca sabemos qual dos nossos familiares vai passar por essa situação. O trabalho deles é maravilhoso e tenho grande admiração. É um trabalho de amor”, ressaltou.