Aline Pinho

Um ano após a ocorrência em Paraisópolis, que deixou nove mortos em baile funk, 20 dos 31 policiais envolvidos no caso continuam sendo assistidos pelo Departamento Jurídico da Entidade.

O advogado Fernando Capano, responsável pela defesa, reforça que os agentes são inocentes e espera que as investigações apurem os verdadeiros culpados pela tragédia.

“Estou plenamente convencido que não há nexo de causalidade entre a conduta dos policiais e as lamentáveis mortes ocorridas em Paraisópolis”, pondera o advogado.

Os inquéritos que tramitam na Justiça Militar e no DHPP ainda não foram concluídos e não há previsão de quando serão enviados ao Ministério Público.

Entenda o caso – Em dezembro do ano passado, nove pessoas morreram e outras 12 ficaram feridas em Paraisópolis, Zona Sul de São Paulo, após tumulto em um baile funk. Ao todo, 31 policiais que participaram de ocorrência no referido baile continuam sendo investigados. Eles estão afastados de suas funções operacionais.