A fisioterapia tem feito grande diferença na vida do associado Julio César Deolindo. Após sofrer um acidente automobilístico durante perseguição policial em dezembro de 2017, o sargento precisou encarar um longo processo de reabilitação e encontrou na APMDFESP todo o apoio para ajudar na recuperação dos movimentos.

O acidente provocou fratura na coluna cervical e o associado chegou a ficar tetraplégico por dois meses. Na associação, teve suporte dos fisioterapeutas da Sede, terapeuta ocupacional, assistente social e psicólogos. Atualmente faz sessões diárias com a fisioterapeuta Letícia Neves, na representação Santos. A profissional acompanha o associado há 1 ano e quatro meses e conta como realiza o tratamento para promover o máximo de autonomia e independência possível.

“Ele chegou para atendimento em junho do ano passado apresentando dificuldade de locomoção, espasmos na coxa, déficit de equilíbrio, diminuição da dorsiflexão (dificultando a marcha), sem força na mão direita e dor neuropática. As sessões variam entre eletroterapia, cinesioterapia (terapia do movimento), treino de marcha e exercícios funcionais. As sequelas do acidente foram muito graves e ele ainda não tem previsão de alta, mas é um paciente que se dedica a fazer todos os exercícios propostos com muita força de vontade”, explica a fisioterapeuta, que ainda acrescenta “a reabilitação precisa de um trabalho contínuo para que se obtenha resultados satisfatórios”.

Julio faz questão de compartilhar o tratamento nas redes sociais e, para ele, o suporte da APMDFESP tem contribuído para conseguir avanços. “A fisioterapeuta Letícia me ajuda bastante e está de parabéns pelo trabalho que faz, pois recebo um atendimento de qualidade. A APMDFESP é muito presente na minha vida e só tenho a agradecer”, afirmou.

Além da representação Santos, a APMDFESP conta com a atuação de fisioterapeutas na Sede, Zona Oeste e Mogi das Cruzes.