APMDFESP participou do 1° Ciclo de Debates sobre a reforma da previdência e o sistema de proteção social dos militares estaduais

Presidente Elcio Inocente foi convidado para compor a mesa na segunda parte do ciclo de debates, que contou,  também com as presenças do Major Olimpio, Coronel Camilo, Coronel Cortez, Coronel Elias Muller e Coronel Glauco

A APMDFESP esteve presente no 1° Ciclo de Debates que discutiu as características específicas do serviço desempenhado pelos militares estaduais e a necessidade de um sistema específico de proteção social distinto da regra geral de previdência social. O evento foi realizado na Assembleia Legislativa, no auditório Franco Montoro, na sexta-feira (02/06). O presidente Elcio Inocente foi convidado para compor a mesa na segunda parte do debate. Estiveram presentes também  Major Olimpio, Coronel Camilo, Coronel Cortez, Coronel Elias Muller, Coronel Glauco e Coronel Merino, entre outras autoridades.

“Sempre costumo dizer que, independente de tudo o que aconteceu em nossas vidas, temos muito orgulho de sermos policiais militares”, comentou Elcio Inocente, que foi fardado com os outros membros da APMDFESP que fizeram questão de prestigiar o evento iniciado às 8h e finalizado às 17h30.

Dados 

Recentes pesquisas demonstraram que a taxa de mortes naturais por causas definidas, em policiais com mais de 44 anos (doenças infecciosas e parasitárias; endócrinas, nutricionais e metabólicas; do aparelho circulatório e digestivo; de neoplasias e de transtornos mentais e comportamentais), foi muito superior à da população em geral. Outros levantamentos comprovam que, apenas por problemas cardiovasculares, o policial militar tem o risco 50% maior de morrer do que a população em geral e morre três vezes mais por doenças infectocontagiosas.

Além disso, mesmo estando de folga os policiais militares, devem agir diante de qualquer ilegalidade e podem ser transferidos a qualquer momento para qualquer um dos 645 municípios do Estado. Também estão sujeitos a um rígido regulamento disciplinar, necessário para o controle de todo o efetivo armado e não possuem direitos trabalhistas como seguro desemprego, fundo de garantia, adicional noturno, hora-extra, aviso prévio, acúmulo de cargo, sindicalização e o direito a greve.

Esses profissionais exercem uma das profissões com maior risco de stress pós-traumático, sendo sua jornada de turnos longos, alternados e irregulares, muitas vezes mudando da noite para o dia sem qualquer possibilidade de planejamento e com possibilidade constante de escalas extras. O total de tempo trabalhado no ano pelo policial militar pode chegar a 82.000 horas, ou seja, mais de 40% superior aos trabalhadores civis. Apenas neste aspecto, o número de horas trabalhadas pelo policial militar pode ultrapassar o equivalente a 40 anos de serviço, só que realizados em 30.

Fonte: Instituto do Legislativo Paulista

Parte do grupo da APMDFESP no início do debate

Os diretores Romildo Pytel (jurídico) e Roberto Carneiro (social) prestigiaram o evento

Ao centro os representantes Claudinei Guimarães (Mogi das Cruzes) e Edson Pimenta (Zona Leste)

Ricardo Barssúglio (dir.) com a esposa Valéria

José Carlos Lopes, Roberto Carneiro, Jair Sá Teles e Ricieri Guimarães (representante Zona Sul)

O Coronel Merino foi um dos expositores

Coronel Leopoldo esteve presente no ciclo de debates

Tenente-Coronel Fábio Tadeu Silva Prado (em pé, à dir.) ao lado do Tenente-Coronel Fábio Rogério Candido com membros da APMDFESP

Ao centro, Major Menemilton com grupo da APMDFESP

Coronel Camilo com Elcio Inocente e Thiago Bispo da Silva

Major Olimpio, ao centro, posou com os membros da APMDFESP

O ciclo de debates aconteceu no auditório Franco Montoro, que ficou lotado

APMDFESP participará, nesta sexta (02/06), do 1° Ciclo de Debates sobre a reforma da previdência e o sistema de proteção social dos militares estaduais

A APMDFESP participará nesta sexta-feira (02/06) do 1° Ciclo de Debates que visa discutir as características específicas do serviço desempenhado pelos militares estaduais e a necessidade de um sistema específico de proteção social distinto da regra geral de previdência social. O evento será realizado na Assembleia Legislativa, no auditório Franco Montoro, a partir das 8h30. O grupo sairá da sede às 7h.

Recentes pesquisas demonstraram que a taxa de mortes naturais por causas definidas, em policiais com mais de 44 anos (doenças infecciosas e parasitárias; endócrinas, nutricionais e metabólicas; do aparelho circulatório e digestivo; de neoplasias e de transtornos mentais e comportamentais), foi muito superior à da população em geral. Outros levantamentos comprovam que, apenas por problemas cardiovasculares, o policial militar tem o risco 50% maior de morrer do que a população em geral e morre três vezes mais por doenças infectocontagiosas.

Além disso, mesmo estando de folga os policiais militares, devem agir diante de qualquer ilegalidade e podem ser transferidos a qualquer momento para qualquer um dos 645 municípios do Estado. Também estão sujeitos a um rígido regulamento disciplinar, necessário para o controle de todo o efetivo armado e não possuem direitos trabalhistas como seguro desemprego, fundo de garantia, adicional noturno, hora-extra, aviso prévio, acúmulo de cargo, sindicalização e o direito a greve.

Exercem uma das profissões com maior risco de stress pós-traumático, sendo sua jornada de turnos longos, alternados e irregulares, muitas vezes mudando da noite para o dia sem qualquer possibilidade de planejamento e com possibilidade constante de escalas extras. O total de tempo trabalhado no ano pelo policial militar pode chegar a 82.000 horas, ou seja, mais de 40% superior aos trabalhadores civis. Apenas neste aspecto, o número de horas trabalhadas pelo policial militar pode ultrapassar o equivalente a 40 anos de serviço, só que realizados em 30.

Major Olímpio protesta contra cena de PM racista em Malhação: “Não vou permitir essa covardia com nossos heróis”

 

(Foto: Divulgação) Major Olímpio protestou contra a Rede Globo

A cena na novela Malhação, na qual um Policial Militar trata de forma racista dois adolescentes, foi motivo de protesto do deputado federal Major Olimpio, que protocolou uma representação na Procuradoria-Geral da República e no Ministério das Comunicações contra a Rede Globo, ontem (31/05).

“Não vou permitir essa COVARDIA com nossos heróis! Todos os dias vemos guerreiros, pais de família tombando na defesa da sociedade e essa atitude da emissora Globo só mostra a falta de respeito com nossos policiais”, comentou o deputado em sua página no Facebook.

A Polícia Militar também emitiu uma nota de repúdio que pode ser lida na íntegra aqui.

Leia abaixo matérias da Veja, Estadão e UOL sobre o episódio:

Veja: Major Olímpio protesta contra ‘Malhação’ por cena com PM racista

UOL: Globo irrita polícia e deputados ao exibir PM racista em “Malhação
Cena de ‘Malhação’ mostra racismo da PM de SP; corporação critica