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Presidente da APMDFESP é agraciado com Moeda Desafio Comemorativa do 36º Aniversário do Comando de Policiamento de Trânsito

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(Fotos: André Aguiar) Elcio Inocente, durante cerimônia no Teatro Sérgio Cardoso

 

O presidente Elcio Inocente estava entre os convidados da solenidade que celebrou o 36º Aniversário do Comando de Policiamento de Trânsito do Primeiro Batalhão de Polícia de Trânsito e do Segundo Batalhão de Polícia de Trânsito.

O evento aconteceu em 27 de abril, no Teatro Sérgio Cardoso, na Bela Vista. Durante a cerimônia, o presidente foi homenageado com a Moeda Desafio, que foi instituída com a finalidade de distinguir personalidades civis e militares que tenham contribuído com o comando de Policiamento de Trânsito da Policia Militar do Estado de São Paulo, para o cumprimento de missões que tenham relação com o policiamento de trânsito urbano e apoiado atividades de polícia ostensiva e de preservador da ordem pública.

 

Associada elogia fonoaudióloga que atendeu filho de quatro anos

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Capitão PM Fernanda Carolina Florio Marques com o filho

 

“Sou associada há uns sete anos e entrei com a intenção de ajudar outros irmãos de farda que tivessem se acidentado, com problemas de locomoção resultantes de acidente em serviço. Depois verifiquei que a instituição atendia também pessoas com problemas que não foram decorrentes de ocorrências e familiares de PMs. A associação me ajudou quando precisei de cadeiras de rodas para minha avó,  que era dependente de mim. Mas o que me deixou maravilhada foi saber que a APMDFESP tinha uma fonoaudióloga e que os familiares poderiam ser atendidos por ela. E me disponibilizaram uma profissional maravilhosa que é a Dra. Regina Veleiro. A evolução do meu filho, André,  no período de tratamento,  foi de emocionar. Ele tinha problema para falar as letras R e L e gaguejava em alguns momentos. Se ele não cuidasse naquele momento poderia comprometer sua alfabetização. A Dra Regina é muito carinhosa, fez tudo para que ele não se sentisse desmotivado. Sou fã dela, é uma profissional diferenciada e a recomendo para todos. Já havia procurado outra profissional, mas meu filho não evoluía. Ele começou o tratamento aqui com 4 anos e fez por um ano. Acabou em dezembro passado. Fquei maravilhada com o resultado, a dedicação dela, de todos os profissionais e a estrutura da APMDFESP. Só quem precisa sabe a necessidade que temos de um lugar com colaboradores que sejam acolhedores.”

Capitão PM Fernanda Carolina Florio Marques

 

 

Diretores da APMDFESP participam do Projeto Maio Amarelo

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Antônio Figueiredo, Coronel Arruda e Wladiimir Menezes durante o evento nesta terça–feira

Uma parceria entre a CET, a APMDFESP e a Fundação Dorina Nowill mostrou as dificuldades que cadeirantes e deficientes visuais têm ao enfrentar o trânsito na cidade de São Paulo, nesta terça-feira (02/05). Um grupo formado por membros das três instituições se encontraram na Avenida Paulista, em frente ao Conjunto Nacional, para que os pedestres interessados em vivenciar essa situação também aprendessem como se comportar ao ajudar pessoas com necessidades especiais a atravessar a rua.

Antônio Figueiredo (vice-presidente) e Wladimir Menezes (secretário-geral) participaram do evento e deram dicas aos interessados sobre como conduzir um pessoa em cadeiras de rodas. A dona de casa Marta Bernardoni,  moradora da região, quis passar pela experiência. “Queria aprender como lidar com essa situação. Nunca conduzi uma pessoa em cadeira de rodas, é uma novidade para mim”, comentou. O estudante de Direito Gabriel Pires também quis saber como deveria agir.   “Achei interessante a inciativa. Não sabia, por exemplo, que, em rampas o ideal é descer de costas”.

Os transeuntes também puderam colocar uma venda nos olhos e atravessar, com a ajuda de voluntários, a avenida mais famosa de São Paulo, como a assistente administrativa Lídia Faustino. “Não é das melhores sensações. Você fica insegura, pode tropeçar. Precisamos confiar em quem não conhecemos e o barulho dos carros se misturam”. Wladimir Menezes também quis ser conduzido com a venda. “Deu medo, insegurança. Precisa confiar em outra pessoa que é desconhecida e você não vê”, comentou o secretário-geral.

O Superintendente de Educação de Trânsito da CET, Coronel Arruda, esteve presente nessa ação que acontece em vários países e busca levar a uma reflexão sobre segurança no trânsito das grandes cidades.

“Nossa intenção é que as pessoas vivenciem como é para alguém com alguma deficiência ser pedestre em uma grande cidade. A expectativa com esse projeto é que aumente o respeito dos motoristas por todos os transeuntes e que esses também percebam as dificuldades das pessoas com deficiência para que, assim, consigamos humanizar mais a sociedade.”

As ações com participação de membros da APMDFESP acontecerão na Avenida Paulista até sexta-feira (05/05), mas durante todo o mês acontecerão eventos que visem também á segurança de ciclistas, skatistas, motociclistas e condutores e passageiros de veículos veíclos de transporte coletivo e individual.

 

 

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O Estudante de Direito Gabriel Pires participou da iniciativa e conduziu a cadeira do vice-presidente da APMDFESP durante a travessia do semáforo na Avenida Paulista

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Luzilene Batista, voluntária da Fundação Dorina Nowill conduziu pessoas que optaram por caminhar com olhos vendados

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A assistente social da APMDFESP, Camila Rodrigues, esteve na Paulista acompanhando o projeto e conduziu Wladimir Menezes que quis colocar venda nos olhos e vivenciar a situação de atravessar a avenida sem enxergar

 

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Lidia Aparecida Faustino também aprendeu como se deve agir quando for ajudar um deficiente visual a atravessar a faixa de pedestre

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Várias pessoas conduziram, pela primeira vez, um cadeirante em uma rua de tráfego intenso

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