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Sargento Monteiro, do Bope, lança A Retomada do Complexo do Alemão, dia 07/02, na APMDFESP

(Foto: Divulgação) Autor lança livro na APMDFESP dia 07/02

(Foto: Divulgação) Autor lança livro na APMDFESP dia 07/02

O livro A Retomada do Complexo do Alemão (Editora Impetus), será lançado nesta sexta-feira (07/02), às 15 h, na sede da APMDFESP. O evento contará com a presença do Sargento André Monteiro, do Bope (Batalhão de Operações Policiais do Rio de Janeiro), um dos autores da obra, que é assinada também por Rogério Greco e Eduardo Maia Betini. O escritor fará palestra contando detalhes da ação, com imagens em vídeo e fotos de antes e depois e sobre a atuação das UPPs (Unidade de Polícia Pacificadora). A palestra será gratuita e haverá livros à venda.

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Presidente da APMDFESP,  Elcio Inocente, reunirá diretores e associados na entidade, na quarta-feira (05/02) e depois o grupo segue para a Escola Superior de Sargentos

Presidente da APMDFESP, Elcio Inocente, reunirá diretores e associados na entidade, na quarta-feira (05/02), na sede da entidade e depois o grupo segue para a Escola Superior de Sargentos

A Associação dos Policiais Militares Portadores de Deficiência do Estado de São Paulo reunirá sua diretoria e associados para participar da manifestação que ocorrerá em frente da Escola Superior de Sargentos (Av. Condessa Elisabeth de Robiano, 750, no Tatuapé), nesta quarta-feira (05/02). “O governo não tem previsão orçamentária para aumento na Polícia Militar esse ano e nós estamos pleiteando melhorias nos salários”, comentou Elcio Inocente, presidente da APMDFESP.   O presidente pede a todos que se reúnam na sede da entidade, às 11h, de onde o grupo sairá para a Escola Superior de Sargentos.

“Quando precisei, fui prontamente atendido e acolhido pela APMDFESP”

(Foto: Arquivo Pessoal) Aluno da Escola Superior de Sargentos elogia APMDFESP

(Foto: Arquivo Pessoal) Aluno da Escola Superior de Sargentos elogia APMDFESP

 

“Em 14 de março de 2013, fazia o curso de formação de Sargentos e estava de serviço na segurança do dispositivo da tropa.  Paramos estrategicamente a viatura no acostamento da alça de acesso à Rodovia Presidente Dutra  e ficamos de guarda, orientando o trânsito. Em um dado momento, um caminhão que transportava madeira passou a trafegar pelo acostamento, atingiu nosso veículo, o que culminou no lançamento dos dois policiais de cima da ponte que é alça de acesso, de uma altura de aproximadamente 20 metros. De imediato, todos os alunos correram para nos socorrer. Meu companheiro, o Aluno Sargento Bispo, faleceu na hora. Tive fratura exposta no braço e cotovelo direito, varias fraturas na bacia e no fêmur esquerdo. Fiquei internado seis dias na UTI e graças a Deus, após um mês, estava de volta à minha casa.  

Coloquei três fixadores: no fêmur da perna esquerda, na pélvis (na região da cintura) e no braço direito. Meu convênio tem me dado suporte. Quando não posso contar com ele, recorro à APMDFESP, que me cedeu uma cama hospitalar, cadeira de rodas, de banho, um colchão especial conhecido como caixa de ovo e que me ajudou muito na parte circulatória e a prevenir escaras também. Por enquanto, faço a fisioterapia pelo convênio, mas posteriormente pretendo fazer na associação.   

A minha turma se formou dia 8 de agosto e fui homenageado junto com o Figueiredo, vice-presidente da APMDFESP. Graças a Deus, não fiquei com sequelas na coluna e nem neurológicas. Foi um milagre cair daquela altura e sobreviver. Já comecei a andar com o auxílio do andador. Pretendo retornar à Escola de Sargentos em maio, me formar e retornar à vida social como antes.  

Gostaria de dizer que não vejo na APMDFESP uma associação, mas uma irmandade na qual a contribuição tem retorno diferenciado. Mesmo que a gente não precise, outras pessoas são beneficiadas, até mesmo quem não é sócio, mas precisa de apoio. Sempre acompanhei o trabalho da entidade e, em meus 25 anos de Polícia, nunca havia precisado dos serviços dela. Mas já havia presenciado ações que ajudaram, não só inúmeros policiais militares associados, mas também policiais não sócios e até parentes de policiais em uma ação de caráter humanitário, algo extraordinário. Não foi diferente comigo. Quando precisei, fui prontamente atendido e acolhido pela APMDFESP. Na instituição  há a preocupação com o bem estar dos que precisam.  As contribuições são convertidas em uma verdadeira ação social, não só da família policial militar com a qual ela se compromete. É bem mais que isso. É verdadeiramente uma ação de amor ao próximo. Por isso, dou parabéns ao presidente Elcio e os membros da associação e peço que Deus abençoe a todos.”

 

Wagner Leite da Silva, 46 anos, Aluno Sargento da Escola Superior de Sargentos.

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