SUCESSO TOTAL NO GRANDE JANTAR DA SOLIDARIEDADE



Foi realizado na sexta-feira, 18 de maio, no Clube Atlético Juventus, o 2º Jantar Beneficente em Prol dos Heróis da Polícia Militar, um evento para arrecadar fundos para a APMDFESP, inciativa do Ten Cel Antônio Aparecido Delafina, Comandante do 21º BPM/M.





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Soldado PM fala da importância do apoio da APMDFESP após acidente de moto

O Soldado PM Thiiago Gonçalves de Andrade (em pé), ao lado de Rogério Praxedes Marcolino, representante da APMDFESP na Zona Oeste

O Soldado PM Thiiago Gonçalves de Andrade (em pé), ao lado de Rogério Praxedes Marcolino, representante da APMDFESP na Zona Oeste

“É com satisfação que elogio e agradeço à APMDFESP, principalmente o representante da Zona Oeste, SGT. PRAXEDES e sua equipe. Em 7 de maio de 2013, sofri um acidente de trânsito: um veículo colidiu na minha moto e me arremessou em um poste metálico. O condutor fugiu. Tive fratura de fêmur, tíbia e fíbula. Fui socorrido,  submetido a uma cirurgia e quando noticiei minha situação ao Praxedes, na hora e sem medir esforços, ele me apoiou:  disponibilizou carro para minha saída do hospital para minha residência e todos os materiais cirúrgicos, para a reabilitação (cadeira de roda, muleta, andador, cadeira de banho, etc.) e cesta básica. E, também, locomoção com um carro apropriado para me levar às consultas pós-cirúrgicas. Em uma ocasião, não havia motorista disponível e o Praxedes, veio pessoalmente à minha casa. Todos os adjetivos são poucos para a gratidão que tenho por esta pessoa. Ainda hoje recebo uma ajuda de cesta básica mensalmente. A APMDFESP está até os dias de hoje me ajudando ainda pois estou afastado para tratamento médico”.

Soldado PM Thiago Gonçalves de Andrade .

Comunicado sobre a ação da URV

Visando manter sempre bem informados  os associados da Associação dos Policiais Militares Portadores de Deficiência do Estado de São Paulo, o departamento jurídico da entidade vem a público para comunicar que a ação para recomposição das perdas havidas com a conversão da URV, em 1994, aguarda remessa para o Tribunal da Justiça, que deve julgar nosso recurso de apelação. Como acontece com todos os processos, acompanhamos com atenção  a tramitação dessa ação.

Informamos ainda, que, de acordo com nosso pedido feito na ação em nome da APMDFESP estarão inclusos os novos associados que se associarem na APMDFESP até o trânsito em julgado da ação. Aqueles que queiram acompanhar o andamento do processo podem fazê-lo pela internet, acessando o site http://www.tjsp.jus.br e informando o número do processo que é1008802-54.2013.8.26.0053.

Aproveitamos para aconselhar todos os associados que requeiram também a recomposição de perdas da URV através de ação individual, ajuizada através do nosso Departamento Jurídico, mediante requisição do interessado, sem qualquer tipo de taxa administrativa,  uma vez que também há o entendimento na Justiça de que certas ações  têm de ser obrigatoriamente individuais. Pensando exatamente nessa brecha jurídica, nós também decidimos incrementar a possibilidade de ganho dos nossos associados.

O departamento jurídico da APMDFESP está sempre disponível para todos que queiram ou precisem informações sobre ações que estejam tramitando ou que necessitem de nossa orientação.

Fonte: Assessoria de Imprensa APMDFESP

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Saiba quais são os problemas físicos e psicológicos que o trabalho no período noturno pode causar

 

Segundo a Dra. Érica, o trabalho noturno pode trazer problemas psicológicos e físicos aos profissionais

Segundo a Dra. Érica, o trabalho noturno pode trazer problemas psicológicos e físicos aos profissionais

A bióloga Érica Lui Reinhardt  é especialista em saúde pública, mestre em biotecnologia e doutora em Saúde Pública pela Universidade de São Paulo. Ela também é  pesquisadora da Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho – FUNDACENTRO, fundação pública vinculada ao Ministério do Trabalho e Emprego, que realiza estudos e pesquisas em segurança e saúde no trabalho. Em sua pesquisa de doutorado avaliou alterações fisiológicas desencadeadas pelo trabalho noturno em turnos fixos. Conversamos com ela para saber mais sobre esses malefícios e é bom prestar atenção ao que ela fala. 

O que acontece com o organismo dos profissionais que trabalham à noite?

Esses organismos passam a sofrer constantes mudanças na ritmicidade biológica, causadas pela exposição a sinais temporais ambientais conflitantes. Isto faz com que estes organismos sofram uma dessincronização e tenham prejuízo dos ritmos biológicos normais.

 

Que problemas físicos e psicológicos são comuns a esses profissionais?

São comuns problemas para dormir, irritabilidade, ansiedade e problemas com a digestão. Além disso, esses profissionais podem também ter problemas com a alimentação, levando ao sobrepeso. Em médio e longo prazos podem desenvolver problemas cardiovasculares, diabetes e eventualmente câncer de mama ou próstata.
Quais os maiores problemas enfrentados por profissionais que são submetidos ao trabalho noturno? Eles rendem bem em todos os sentidos?

Durante o turno noturno, estes profissionais podem ficar bastante sonolentos e com menores níveis de atenção. Pode haver, inclusive, a ocorrência de pequenos cochilos involuntários, que não podem ser evitados ou controlados. Sendo assim, o rendimento desses profissionais pode ficar prejudicado, especialmente quando a atividade de trabalho exige certo nível de atenção ou tomada de decisão. Essa deterioração torna-se maior no decorrer da jornada de trabalho, não sendo recomendável trabalhar mais de 8-9 horas continuamente à noite.
E no caso específico do Policial Militar, que problemas esse profissional pode ter por trabalhar à noite?

Além dos problemas de saúde anteriormente citados, que são gerais para qualquer profissional que trabalhe à noite, as situações de risco à vida que o Policial Militar enfrenta podem se tornar ainda mais perigosas devido ao prejuízo aos níveis de atenção e à tomada de decisão que estas situações requerem. Isto é, o Policial Militar fica mais propenso a cometer erros, que podem resultar em prejuízo a sua integridade física ou mesmo em sua morte. Além disso, a irritabilidade resultante da exposição ao trabalho noturno pode influenciar a conduta do Policial Militar em uma abordagem policial, por exemplo, tornando-o mais agressivo.

Esse profissional conseguirá manter a mesma atenção, tirocínio, rapidez que teria no período diurno?

Normalmente esses aspectos sofrem prejuízo, mesmo quando o profissional afirma o contrário. No entanto, alguns indivíduos podem conseguir manter níveis aceitáveis nesses quesitos; para identificá-los é necessária avaliação individual.

 

Por que é difícil para a maioria das pessoas o trabalho noturno?

Porque o ser humano é um animal diurno, e não é possível alterar esta sua natureza biológica apenas com a força de vontade.
Tem pessoas que se adaptam e rendem mais à noite, não é? Por que isso acontece?

Na maior parte das vezes, as pessoas apenas acreditam se adaptar e render mais à noite, mas quando são feitos testes mais objetivos para se avaliar estes parâmetros esta crença pode se revelar falsa. Contudo, há pessoas que são vespertinas, e estas de fato preferem a primeira parte da noite ao período matutino, podendo até render mais naquela quando comparado a este último. Mas não creio que esta situação se mantenha, por exemplo, durante a madrugada.
Imagino que essas pessoas também são minoria, não?

Sim, estas pessoas, assim como os matutinos, que preferem a manhã, são menos comuns que os indiferentes, que possuem mais flexibilidade quanto aos horários do dia.