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9 jun, 2017 Comments: 0

Mãe do Sargento PM Turíbio, atingido por bala de fuzil na cabeça, agradece apoio da APMDFESP

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A APMDFESP dá suporte à família do Sargento Turíbio desde a ocorrência em que foi alvejado com um tiro de fuzil na cabeça

“Meu filho, o Sargento PM Wesley Carlos Turíbio,   era dentista. Ele se formou e depois que entrou na PM e me disse: ‘Mãe, eu quero crescer na PM,  amo a polícia’. Mas em 27 de janeiro de 2015, quando estava em uma patrulha atiraram nele, que foi atingido por bala de fuzil e de .40 na cabeça. O companheiro dele faleceu no hospital. A Camila Rodrigues, assistente da APDMDFESP,  nos procurou rapidamente após o ocorrido. A associação nos ajudou  com tudo o que ele precisava: doou uma cadeira de rodas sob medida pois ele saiu do hospital pesando 30 kg e outra três meses atrás porque ele engordou, graças a Deus. também recebemos cadeira de banho, cama hospitalar, fralda e sonda de aspiração, porque tem traqueostomia.  A AFAM, a pedido do Alexandre de Moraes, na época secretário da Segurança Pública, também nos ajudou pagando seis meses de home care. Na época da ocorrência, minha filha ligou para várias entidades em que ele era sócio e nenhuma além dessas deu retorno.

Hoje nós conseguimos que o Estado dê suporte e acho justo que a responsabilidade seja deles. Mas mesmo assim, ainda recebo sonda de aspiração e óleo para evitar escaras da associação. Temos duas auxiliares de enfermagem particulares durante o dia, pagas por nós. O Estado  está fazendo licitação para home care e estamos esperando. Enquanto não acontece, eles nos mandam fisioterapeuta  todos os dias e fonoaudióloga  uma vez por semana. E pagamos mais quatro dias de fono, terapeuta ocupacional e fisioterapeuta. Fora isso, o estado nos manda dois auxiliares de enfermagem à noite. Mas o importante é que ele está bem apesar de ter tido muita perda de massa encefálica na parte frontal. Ele se comunica com os olhos. Não fala, mas entende tudo o que dizemos e responde com os olhos. Quando é sim ele os fecha e fica assim por uns segundos. O neurologista falou que melhor que ele mexer, é saber que ele está entendendo. Sabemos que é trabalho lento, passos de formiguinha.  Mas a gente não tem pressa. Saiu do hospital com 30 kg e hoje tem 75, o peso normal. E não tem nada atrofiado. Agradeço a Deus todos os dias.  Meu filho está vivo e se recuperando.  Deus tem um propósito para a vida dele, tenho certeza. E falo para todos o que te digo agora: quem não é sócio da APMDFESP, peço para se associar. Ainda quero sair de casa com ele e acompanhar vocês nas palestras e mostrar e falar do amparo e suporte que deram ao meu filho.”

Rita de Cássia Barbosa Turíbio, mãe do Sargento PM Wesley Carlos Turíbio, de 33 anos.

Rita de Cássia Barbosa Turíbio, mãe do Sargento PM Wesley Carlos Turíbio

 

 

 

 

 

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