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17 mar, 2015 Comments: 0

“Se não fosse a associação, hoje estaria na cama e não aqui”

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gilson

 

 “Estava de folga em 9 de abril desse ano e levei meu pai para sacar dinheiro no banco. Saímos, paramos numa lanchonete e percebi a ação de dois ladrões vindo na direção dele, armados. Dei ordem de parada e levei um tiro que atingiu a vértebra T1, que me deixou paraplégico. Fiquei um mês na UTI entre a vida e a morte e outro de cama, chateado, deprimido. Então veio uma luz chamada Figueiredo, o vice-presidente da APMDFESP, que me visitou em casa e me deu toda a força e levou também a palavra de Deus. Foi aí que tive forças para levantar da cama e recomeçar minha nova vida. Não era associado antes do tiro. Comecei a fazer fisioterapia aqui. Minha primeira cadeira de banho recebi da APMDFESP, assim como a de rodas, de ótima qualidade e que não teria condições de comprar. Sinto muita falta da ajuda da corporação e dos colegas de trabalho. Mas a APMDFESP me acolheu! Eu  e minha família também temos o apoio dos psicólogos da associação, que também me deu apoio para a adaptação do meu carro. Isso me estimulou a ser mais independente. A gente se sente muito isolado do mundo quando fica só em casa. Se não fosse a associação, hoje estaria na cama e não aqui, conversando com você e falando dos meu planos para fazer a faculdade de psicologia e cuidar da minha família. Aqui encontrei afeto, compreensão, companheirismo. Sou bem recebido por todos, sem exceção. Se vale a pena se associar? Nossa senhora, se vale!”

Soldado PM Gilson Ribeiro da Silva

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