JANTAR BENEFICENTE EM PROL DA APMDFESP



Será realizado no próximo dia 18 de maio o jantar beneficente da APMDFESP para arrecadação de fundos, a fim de que a Entidade tenha condições de continuar prestando atendimento social aos associados, como doação de cestas básicas, materiais hospitalares (sondas, fraldas geriátricas, bolsas de colostomia, seringas, luvas, ataduras, etc.) uma vez que as mensalidades não conseguem cobrir todos esses custos.



A iniciativa de organizar esse evento – realizado pela primeira vez no ano passado – foi do Ten. Cel. PM Delafina, Comandante do 21º BPM/M, que com seu espírito solidário teve acesso aos custos mensais de nossa Associação e resolveu ajudar.



No ano passado, o jantar organizado para 500 pessoas foi um sucesso, e este ano o número de convites subiu para três mil, e será realizado no Esporte Clube Juventus. Mais informações com o departamento de Relações Públicas da APMDFESP no telefone 2262-9500, ramal 5.

APMDFESP EM DEFESA DA CORPORAÇÃO: OS POLICIAIS DA ROTA NÃO SÃO BANDIDOS!

A APMDFESP vem a público manifestar sua mais profunda indignação com a atitude do Ten Cel PM Diógenes Viegas Dalle Lucca que, embora hoje na reserva, teve diversas funções durante a carreira, inclusive como Comandante de Pelotão da Rota, e agora chama os integrantes dessa Unidade de “ má conduta “ e “bandidos”.  O fato se deu durante palestra do referido Ten Cel para integrantes da Guarda Civil Metropolitana da cidade de Jandira, na Região da Grande São Paulo.

 

A postura agressiva, desrespeitosa e ofensiva do Ten Cel Dalle Lucca para com seus companheiros de Corporação aconteceu durante a resposta a uma pergunta de um dos guardas municipais que pediu sua opinião sobre o patrulhamento de viaturas com as luzes apagadas que, segundo o guarda, era um modelo seguido pela Rota. “Não copiem aquilo que a gente quer se livrar”, respondeu o Ten Cel, antes de dizer que na Rota havia policiais “má conduta e bandidos”.

 

A APMDFESP repudia a conduta – esta sim – do Ten Cel Dalle Lucca, de caluniar, difamar e tentar desmoralizar seus companheiros de farda e coloca seu departamento jurídico à disposição daqueles que se sentiram diretamente atingidos.

Tire suas dúvidas sobre as ações ajuizadas pelo Departamento Jurídico da APMDFESP

O departamento jurídico da APMDFESP está preparado para atender todas as áreas do  Direito. E esse benefício se estende aos dependentes dos associados. O escritório Capano, Passafaro e Advogados Associados, responsável por essa área, conta com seis sócios e uma equipe de 38 advogados com experiência em questões como Direito de Família (que envolve divórcio, regulamentação de guarda e visitas, pagamentos de alimentos) e do consumidor, por exemplo. Esse departamento tem grande demanda de processos que envolvem Direito Penal Militar e o Administrativo Disciplinar. Além da ação para receber perdas por conversão da URV obtidas em 1994 (quando ocorreu a conversão do padrão monetário), há outras coletivas, ajuizadas em grupos de até trinta policiais (ativos e inativos) associados da APMDFESP. Saiba quais são:

– Ação para recebimento do A. L. E. para inativos: ação que pleiteia os atrasados, em seu maior grau, do ALE que foi primeiro concedido somente para os servidores da ativa;

– Ação para recebimento do A. L. E. para ativos: ação que reclama o pagamento dos atrasados do ALE, com base na maior remuneração do local de exercício, independente do nível hierárquico do policial militar;

– Ação para recebimento do A.L.E. 100%: ação que reclama a incorporação do valor total do ALE no PADRÃO, incluindo o repique no RETP e demais verbas salariais, declarando ilegal a lei que repassou apenas 50% do valor global do Adicional ao vencimento PADRÃO;

– Ação para Recálculo do RETP, com isenção de IR: ação que pleiteia a paridade de cálculo do pagamento do RETP com parcela do Oficialato da PM, que recebe o referido valor com diferença de cerca de 34% a mais. Nesta ação, pleiteamos também a isenção do IR sobre o RETP;

– Ação de Reposição Salarial:  ação que pleiteia a indenização das perdas inflacionárias dos últimos cinco anos e a integração ao salário das futuras perdas, considerando a não regulamentação,  por parte do Governo Estadual,  do artigo 37, parágrafos X e XV da Constituição Federal, que garantem aos servidores a revisão geral, anual e sem distinção de índices dos seus vencimentos;

–  Ação para Recálculo do Adicional de Sexta Parte e Quinquênios:  Ação que pleiteia, para os policiais que recebam o adicional de sexta-parte e/ou quinquênios, o correto cálculo dos referidos adicionais, que devem ter como base de cálculo TODAS as parcelas que compõem a remuneração do servidor, nos termos do art. 129 da Constituição Estadual. Texto: Assessoria de Imprensa APMDFESP/Fernando Capano.

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