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Conheça a AACD (Associação de Assistência à Criança Deficiente) e o guia dos direitos e benefícios da pessoa com deficiência publicado pela entidade

 Referência no tratamento de pessoas com deficiência física (PcD), a AACD – Associação de Assistência à Criança Deficiente realizou, em seus 67 anos de existência, mais de 20 milhões de atendimentos. Anualmente, a Instituição realiza em média 1 milhão de atendimentos.

A Instituição é composta por doze Unidades em seis estados brasileiros, além de possuir seis oficinas ortopédicas e um hospital. Há 2.000 colaboradores e 1.700 voluntários que ajudam a manter o funcionamento de todos os serviços prestados pela AACD.

Uma instituição privada e sem fins lucrativos, a AACD depende de doações para manter a excelência do seu trabalho com os pacientes. Para tanto, a Associação possui diferentes ferramentas de captação: as doações regulares (mantenedores), por meio do direcionamento de impostos (renúncia fiscal),da corrente do bem (cofrinhos), do Teleton, ou ainda com doações de produtos novos e usados que são comercializados nos bazares da Instituição.

O AACD Hospital é reconhecido como uma das mais importantes unidades hospitalares de cirurgia ortopédica de alta complexidade do Brasil. Somente em 2015, foram mais de 6.140 cirurgias realizadas, sendo uma fonte de recurso que representa 40% do orçamento, no qual também pode ser contribuído com consultas de pacientes particulares ou por convênio que ajudam diretamente a Instituição.

A AACD, presidida por Regina Helena Scripilliti Velloso, tem como crença o estabelecimento de uma sociedade que convive com as diferenças porque reconhece em cada indivíduo sua capacidade de evoluir e contribuir para um mundo mais humano.

No site da instituição (aacd.org.br) foi publicado o Guia Direitos e Benefícios da Pessoa com Deficiência rico em informações sobre o tema e que pode ser acessado clicando aqui.

Texto: Assessoria de Comunicação AACD

Diário de São Paulo publica matéria sobre a demora para pagar indenizações de PMs; advogado da APMDFESP é entrevistado e cobra rapidez do Estado

O jornal Diário de São Paulo publicou matéria sobre a demora do Estado para pagar indenizações de PMs que se feriram ou foram mortos durante o serviço ou folga. O advogado Fernando Capano, responsável pela Departamento Jurídico da APMDFESP foi entrevistado e falou sobre o assunto. Ele estima que cerca de cinco mil a seis mil processos por indenização devem ter sido levados à Justiça por agentes lesionados ou familiares de PMs mortos ao longo dos último 10 anos.  “Em 90% dos casos é preciso lutar pela indenização nos tribunais”, afirmou o advogado, que criticou a demora do governo. Leia a matéria na íntegra clicando aqui.

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1º Encontro de Prevenção ao Suicídio aborda a necessidade de se discutir esse tema

Policiais de todos os segmentos e profissionais de saúde participam, na próxima sexta-feira (24/03), do 1º Encontro de Prevenção ao Suicídio,que acontecerá   no auditório da Polícia Federal (R. Hugo D’Antola, 95 – Lapa de Baixo), às 9 horas. O evento tem a iniciativa do Sindicato dos Policiais Federais em São Paulo (Sindpolf/SP), em parceria com a Superintendência Regional da Polícia Federal no Estado de São Paulo (SR/PF/SP) e Centro de Valorização da Vida (CVV).

Pesquisa da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef) aponta que entre 1999 e 2015 houve 42 casos de suicídio entre policiais federais. Mais da metade ocorreu no período que vai de 2010 e 2015,  com 24 suicídios e sete tentativas. Além destes números na PF, há também casos em outros segmentos policiais.

O suicídio é um problema de ordem mundial. No Brasil, dados do Ministério da Saúde apontam que a média brasileira é de seis a sete mortes por 100 mil habitantes, com uma morte a cada 45 minutos. Segundo a Organização Mundial da Saúde, 90% dos casos de suicídio poderiam ser prevenidos se a sociedade deixasse o preconceito de lado. Ou seja, é  necessário falar sobre o assunto.

Especialistas e temas

 Marco Alexandre Franco Ribeiro

 Formado em Medicina pela Unifesp, fez Psiquiatria e curso de especialização em Psicoterapia de Orientação Psicanalítica. Tem título de especialista em psiquiatria pela Associação Brasileira de Psiquiatria. É médico psiquiatra da Superintendência da Polícia Federal em São Paulo.

Tema: “Noções gerais sobre Suicídio”.

Robert Gellert Paris Jr.

Presidente do Centro de Valorização da Vida (CVV), entidade que atua gratuitamente na prevenção do suicídio há 55 anos. É também vice-presidente da ABEPS – Associação Brasileira para Estudos e Prevenção do Suicídio e diretor de Befrienders Worldwide.

Tema:  ”Falar é a melhor solução”.

Ruth Lasas Long- Psicóloga formada em 1982, pelo Instituto Paulista de Psicologia, com Especialização nas áreas de Avaliação Psicológica, Superação de Fobias e Medo de dirigir. Credenciada pela PF desde 1998 e pelo DETRAN de São Paulo desde 1996, atua como Professora de Avaliação Psicológica e Psicodiagnóstico no Curso de Pós Graduação da UNIP, Centro de Estudos Avançado do Trânsito (CEAT) e Grupo Desenvolver.

Tema: “A importância da avaliação psicológica na liberação da arma de fogo”.

INFORMAÇÕES: SINDPOLF/SP E CVV

SINDPOLF/SP:Katy Fabruzzi(011) 98232-56053617-4790, jornalista_katy@hotmail.com

CVV- André Lorenzetti; (011) 98199-8445;  andre.lorenzetti@lvba.com.br

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