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Por telefone, PM ajuda pai a fazer parto em casa

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Nesta quarta-feira (25/03), por volta das 10h00, a Cabo PM Marina,  atendente do Centro de Operações da Polícia Militar em Mogi das Cruzes – OPOM, na área do 35º BPM/M, recebeu a ligação do Sr. David, que solicitava uma viatura para socorrer sua esposa grávida. Ao perceber o adiantado estado do trabalho de parto em que se encontrava a Sra. Silene Maria, a Cabo PM MARINA, que é enfermeira padrão, orientou o pai sobre como proceder até a chegada da viatura.

Em seguida, o Sargento PM Brandão, o Cabo PM Santana, Cabo PM Kendy e Cabo PM Brandão, componentes de uma viatura do 35º BPM/M foram solicitados pelo COPOM  e se deslocaram-se para o local, que fica no Jardim Maragogipe  (em Itaquaquecetuba – SP). Eles complementaram o serviço e aguardaram até a chegada do Samu, que levou mãe e criança para o Hospital Santa Marcelina naquela cidade.

A história foi mostrada pelo programa Hoje em Dia da Record, qeu também entrevistou no estúdio a Cabo PM Marina.

 

Assassinato do Cabo PM Spencer é noticiado em telejornais

(Foto: Reprodução/Facebook)

(Foto: Reprodução/Facebook)

O assassinato do Cabo Spencer Spencer William de Almeida de Almeida, de 44 anos, que  foi atingido por mais 2o tiros em frente de sua casa, na Zona Norte, foi notícia em vários telejornais na manhã de hoje (25/09). O policial, que era associado da APMDFESP,  foi enterrado ontem, em Guarulhos.   Veja matérias que foram veiculadas sobre o crime clicando nos links abaixo:

Balanço Geral: Policial Militar é executado com 25 tiros na Zona Norte

SBT Brasil: Policial é executado com mais de 20 tiros na frente do filho

SSP disciplina apuração de mortes que envolvem agentes de segurança

Após apresentar à Câmara Federal uma proposta que prevê penas maiores para quem comete crimes contra agentes de segurança pública, o Secretário de Estado da Segurança Pública de São Paulo, Alexandre de Moraes, publica nesta quarta-feira (25/03) uma resolução para disciplinar o procedimento a ser adotado nas hipóteses de homicídio consumado de policiais civis, militares, integrantes da Polícia Técnico-científica, agentes penitenciários, guardas civis municipais e agentes da Fundação CASA, no exercício da função ou em decorrência dela, e nas mortes decorrentes de intervenção policial, estando ou não o agente em serviço. O objetivo é garantir maior eficácia nas investigações desses casos.

A partir da publicação da norma, os policiais que primeiro atenderem a ocorrência deverão preservar o local até a chegada do Delegado de Polícia e a realização da perícia. Também deverão ser imediatamente comunicados o Comandante do Batalhão da área, a Delegacia Geral de Polícia e a Superintendência da Polícia Técnico-Científica, além da Corregedoria à qual pertence o policial autor ou vítima do homicídio. O Ministério Público também será imediatamente comunicado da ocorrência, para que, se entender cabível, determine o comparecimento de um Promotor de Justiça.

Todas essas ocorrências, bem como os inquéritos policiais e procedimentos instaurados no âmbito das Corregedorias das Polícias Civil e Militar, deverão ser comunicados imediatamente ao Conselho Integrado de Planejamento e Gestão Estratégica da Secretaria da Segurança Pública (CIPGE) que realizará o acompanhamento. O CIPGE, integrado pelo secretário de Segurança e os chefes das polícias, dentre outros, foi criado em 23 de janeiro de 2015 para coordenar as ações policiais e integrar os sistemas de inteligência das polícias, além de propor medidas para controle da letalidade policial.

A Resolução ainda determina que, nas hipóteses de morte decorrente de intervenção policial, sempre será realizada a autópsia. Os laudos necessários deverão ser elaborados no prazo máximo de 10 dias. As Corregedorias terão o prazo máximo de 60 dias para conclusão das apurações administrativas, prorrogáveis por igual período, mediante fundamentação e pedido ao Secretário da Segurança Pública.

Combate aos crimes contra policiais

Em fevereiro, o governador Geraldo Alckmin e o secretário de Segurança Pública reuniram-se com o presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha, para apresentar quatro novos projetos de lei, dentre eles um que prevê o endurecimento das penas de quem comete crimes contra policiais ou outros agentes de segurança pública. O texto prevê o agravamento das penas em até 50% do que é determinado hoje. A medida visa reduzir casos de assassinatos de policiais. “Não é possível que haja esse total desrespeito às forças de segurança”, diz o secretário Alexandre de Moraes. “Nenhum país desenvolvido admite isso e nós também não vamos admitir.”

Texto: Assessoria de Imprensa e Comunicação da Secretaria de Segurança Pública