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Viúva de PM: “Tenho gratidão eterna pelo que os profissionais da entidade fizeram por mim e meu filho”

Edirene Alves da Silva Weigert


Edirene Alves da Silva Weigert, viúva do Sargento PM Swamy Welder Weigert

“Fiquei viúva em 14 de julho de 2014. Meu marido  faleceu numa incursão a Favela Roquinho, em Embu das Artes. Houve uma troca de tiros e ele foi atingido por um no olho esquerdo. Fiquei sete meses sem convênio médico e sem receber nada do governo. No natal daquele ano tive que mandar meus filhos para a ceia na casa de amigos. Foi cada um para um canto e fiquei em casa esperando eles chegarem de barriguinha cheia. Fiquei sem ter o que comer em casa. Quando meu esposo faleceu, meu filho, de 22 anos,  estava na Escola Superior de Bombeiros, na Escola de Polícia. Meu filho já era sócio e a entidade me ajudou muito. Ele conversou com o Praxedes, representante da Zona Oeste, que me pediu para procurá-lo.  Eu havia sido fumante e havia parado por quatro anos por conta de um derrame pulmonar. Mas com o falecimento do meu marido, não quis tomar calmantes e passava horas fumando. Acabei me consultando com a psicóloga de lá. Passava uma, duas horas conversando com o pessoal e isso me ajudou bastante. E o Praxedes também me encaminhou para o jurídico, onde fui atendida pela advogada Fernanda Tatiane para agilizar a sindicância que demorou demais e  me impedia de receber a indenização. Fiquei um ano e pouco atrás dessa sindicância e nada. Mas depois que fui ao batalhão e avisei que ia colocar uma advogada, a coisa andou rápido.  Agora estou com uma ação para receber a indenização para os filhos. O juiz já deu  parecer favorável. Vou  quitar dívidas da casa. Tenho gratidão eterna pelo que os profissionais da entidade fizeram por mim e meu filho. Vale muito a pena ser associado. A acolhida é maravilhosa. Nem o próprio batalhão me acolheu como vocês.”

 

Edirene Alves da Silva Weigert, viúva do Sargento PM Swamy Welder Weigert e mãe do Soldado PM Swamy Welder Weigert Filho, associado da APMDFESP.

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APMDFESP pede à Secretaria Especial de Direitos Humanos do Ministério da Justiça e Cidadania respeito aos direitos humanos dos Policiais Militares

 

A Associação dos Policiais Militares Portadores de Deficiência do Estado de São Paulo enviou ofício à Secretaria Especial de Direitos Humanos do Ministério da Justiça e Cidadania e Coordenadoria geral do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente no qual pede respeito tanto aos Policiais Militares do Estado de São Paulo, quanto aos seus familiares.

“Estamos cansados de ver que a proteção aos direitos humanos nunca inclui os Policiais Militares, que também são humanos e se expõem todos os dias nas ruas para proteger a sociedade e o cidadão.  Nunca vi ninguém representando os direitos humanos nos funerais dos PMs que morrem nas ruas lutando contra o crime. E nem ao lado da cama daqueles que ficaram incapacitados para sempre após levarem tiros de fuzil na cabeça na tentativa de prender bandidos. Aqui, na APMDFESP,  vemos todos os dias PMs que se tornaram deficientes durante uma ocorrência em que enfrentaram criminosos e, o que é pior, viúvas com filhos pequenos,  totalmente sem rumo após a morte dos maridos nesses embates. E são comuns as histórias de mulheres que ficam meses sem receber do Estado e sem apoio nenhum nesse momento crítico de suas vidas. Já passou da hora do Estado e daqueles que lutam pelos direitos humanos ficarem ao lado de quem vai  para as ruas sacrificar a própria vida a fim de fazer valer a lei e proteger a população de bem”, comentou o presidente da entidade, Elcio Inocente.

No ofício, também há crítica diretas ao advogado Ariel de Castro Alves -  membro do Conselho Estadual da Defesa dos Direitos da Pessoa Humana de São Paulo (Condepe), vinculado ao Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana – por sua postura sempre condenatória  dos Policiais Militares.

O ofício também foi enviado ao Conselho Federal da OAB em São Paulo, ao presidente da OAB em São Paulo, ao Conselho Estadual dos Direitos Humanos e ao presidente nacional da OAB. Leia, abaixo, o documento na íntegra.

oficio 1

oficio 2a

 

 

 

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“Saí de todas as outras entidades que me associei”

 

 

Cabo PM Gilson Pereira de Souza

Cabo PM Gilson Pereira de Souza

“Sou associado desde 1997. Estou fazendo fisioterapia porque tive fratura de tíbia e fíbula da perna esquerda quando a moto caiu em cima da minha perna em serviço, em março desse ano. Fui socorrido no HPM e operado. Tenho sete pinos mais uma placa de titânio e faço fisioterapia com Dr. Daniel Borro. Estamos trabalhando a musculatura da região. A primeira vez que necessitei da entidade foi quando minha mãe teve um AVC, uns cinco anos atrás. Aqui ela fez tudo: fono, fisio, terapia ocupacional. Precisou de cadeira de rodas e de banho, muletas. Atualmente ainda pego fralda geriátrica para ela. E utilizei o Departamento Jurídico para fazer o meu divórcio. Vale a pena ser associado. Ninguém quer se machucar. Mas já que aconteceu, vim aqui e fui bem tratado. Não me arrependo.  E ainda tem o que fazem pelos outros e que leio no boletim informativo. Saí de todas as outras entidades que me associei. O trabalho de vocês pelas outras pessoas faz muito sentido para mim.”

Cabo PM Gilson Pereira de Souza

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